Muita gente acredita que CI/CD resolve tudo sozinho, mas essa fantasia só gera frustração e incêndios no backlog. Como arquiteto que já viu pipelines derreterem em deploy crítico, deixo aqui a real: automação mal pensada vira dívida técnica, consome ciclos da equipe e engessa o negócio. Vamos desmontar o mito da automação total e mostrar como pipelines funcionam quando são tratados como produto — não como mágica.
8 de fevereiro de 2026 · 2 min de leitura
Vamos direto ao ponto: muita empresa entra em microserviços e Kubernetes achando que está comprando “escala infinita”, quando na verdade está assinando um carnê vitalício de complexidade e custo operacional. Neste artigo, eu — Rei Nascimento — coloco na mesa o que realmente acontece na trincheira: onde arquiteturas microserviçadas escalam bonito e onde elas arrebentam seu orçamento. Sem hype, sem gourmetização, só pragmatismo técnico aplicado ao mundo real.
7 de fevereiro de 2026 · 2 min de leitura
Chega de tratar Kubernetes como obrigação. Quando o domínio é simples, ele vira só mais uma camada de dor, complexidade e custo. Este artigo corta o hype, explica onde os devs se queimam, mostra alternativas pragmáticas e entrega um caminho claro para times que precisam entregar valor — não dashboards coloridos.
6 de fevereiro de 2026 · 2 min de leitura
Muita gente acha que PostgreSQL é um super-herói cheio de extensões mágicas que resolvem qualquer gargalo. Na prática, o mau uso dele cria um abismo de performance antes mesmo do sistema começar a receber tráfego real — e isso vira dívida técnica que custa caro. Neste artigo, vou direto ao ponto: onde os devs tropeçam, como evitar a gourmetização, e o que realmente funciona nas trincheiras.
5 de fevereiro de 2026 · 2 min de leitura
GraphQL virou o canivete suíço das APIs modernas, mas quando você tenta enfiá-lo em um sistema legado, ele deixa de ser solução elegante e vira um amplificador de dívida técnica. Neste artigo, vou direto ao ponto: onde a equipe se queima, por que o hype ignora o contexto de negócio e quais são os custos ocultos que só aparecem quando o projeto já está sangrando. Sem gourmetização — só o que realmente importa nas trincheiras.
4 de fevereiro de 2026 · 3 min de leitura
Serverless foi vendida como o passe de mágica da engenharia moderna: pague pouco, escale infinito e esqueça infraestrutura. Mas quem já sangrou nas trincheiras sabe que a conta chega – e rápido. Neste artigo, sem gourmetização, eu abro o jogo sobre onde o hype falha, como evitar over-engineering e quando Serverless vira mais dívida técnica do que solução. Direto, pragmático e com exemplos reais no n8n.
3 de fevereiro de 2026 · 2 min de leitura
Ferramentas como n8n são vendidas como a bala de prata da automação, mas na prática viram geradoras de dívida técnica quando usadas sem critério. Neste artigo, assumo o perfil direto do Rei Nascimento para explicar onde essas plataformas começam a complicar sua vida, quando fazem sentido e como tratá-las como engenharia de verdade — sem hype, sem glamour e sem dor desnecessária.
2 de fevereiro de 2026 · 2 min de leitura
Microserviços em Kubernetes não são difíceis por magia negra: o problema é o acoplamento invisível, a pressa, a falta de contexto de negócio e a mania de 'gourmetizar' arquitetura. Neste artigo vou direto à dor real que devs enfrentam nas trincheiras, explico por que o combo microserviços + Kubernetes vira uma máquina de gerar dívida técnica e mostro como implementar o essencial sem cair em over-engineering. Tudo sem romantizar hype.
31 de janeiro de 2026 · 3 min de leitura
Chega de romantizar REST. Como arquiteto que vive nas trincheiras, já vi time desperdiçar meses tentando “escalar” APIs que nunca foram feitas pra lidar com tráfego massivo e comunicação interna de microsserviços. gRPC está atropelando REST não por hype, mas porque resolve problemas reais: latência, tipo de contrato, streaming e eficiência. Neste artigo, vou mostrar onde REST queima seu time, como gRPC simplifica o caos e um exemplo real de implementação sem gourmetização.
30 de janeiro de 2026 · 2 min de leitura
GraphQL virou o queridinho de muitos times que acreditam que ele ‘simplifica’ o consumo de dados em arquiteturas distribuídas. Mas, quando o assunto é microservices, a conversa muda de tom. Aqui eu destrincho onde o GraphQL brilha, onde machuca, e por que ele pode virar uma fábrica de dívida técnica se usado só porque o hype mandou. Sem rodeios, sem gourmetização.
29 de janeiro de 2026 · 2 min de leitura