Em tecnologia, não acredito no certo ou no errado, mas no eficaz
"Falo sobre minhas opiniões e experiências. Se quiser desenvolver um pensamento livre ou contribuir para o enriquecimento do conteúdo, você também é muito bem vindo!"

Mensageria vs Chamadas Diretas: o conflito que mais derruba arquiteturas de microserviços
Microserviço não é filosofia zen: é engenharia. E quando a galera mistura hype com decisões de conectividade, nasce uma fábrica de latência, acoplamento e dívida técnica difícil de pagar. Este artigo corta o romance e mostra, no tom direto do Rei Nascimento, quando usar mensageria, quando usar chamadas diretas e como evitar over-engineering que só engorda o diagrama e trava o negócio. Sem gourmetização — só trincheira.

Microserviços: Por que a verdadeira simplicidade é dolorosa (e necessária)
Microserviços viraram martelo para todo prego corporativo, mas a maioria dos times se queima exatamente tentando ser ‘simples’. A verdade é dura: simplicidade em microserviços não tem nada de simples. Exige disciplina, renúncia e entender o contexto de negócio antes de começar a quebrar sistemas. Neste artigo, destrincho a ilusão da simplicidade mágica, exponho onde os times tropeçam e mostro um caminho pragmático — direto das trincheiras — para quem quer microserviços sem cair no abismo do over-engineering.

Quando o NestJS se Torna uma Armadilha: O Erro Estratégico Oculto em Projetos de Médio Porte
Muita gente acha que NestJS é a bala de prata do backend em Node, mas na trincheira a história é outra. Em projetos de médio porte, ele costuma virar um arcabouço pesado, cheio de abstrações desnecessárias e difícil de manter. Neste artigo eu — Rei Nascimento — destrincho onde o hype quebra, por que ele infla dívida técnica e quando você deveria pular fora antes que o framework vire o projeto.
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Quando o Serverless Seduz e Destrói sua Arquitetura de Microserviços
Muita gente trata serverless como o novo martelo universal da arquitetura moderna. O problema é que, quando você já vive a realidade de microserviços, essa sedução pode virar caos: latência imprevisível, explosão de integrações assíncronas e um festival de over-engineering sem entregar valor. Aqui eu destrincho, sem gourmetização, onde essa combinação quebra, como fazer direito e quando você devia simplesmente dizer não.

A Armadilha do No-Code em Microserviços: Quando a Promessa de Simplicidade Destrói Arquiteturas
Muita gente abraça no‑code achando que está ganhando velocidade, quando na verdade está plantando uma bomba-relógio arquitetural. Em microserviços, onde cada decisão vira multiplicador de complexidade, ferramentas no‑code viram gargalo, não solução. Aqui eu explico, sem gourmetização, por que depender de plataformas mágicas é um atalho direto para dívida técnica, acoplamento disfarçado e pipelines frágeis. E, claro: mostro como resolver isso de forma pragmática, com código e arquitetura de verdade.

O mito da ‘agilidade’ em 47 microserviços: por que sua equipe está ficando mais lenta
Quando uma equipe acha que dividir tudo em microserviços é sinônimo de maturidade técnica, o desastre já começou. O hype promete autonomia, escalabilidade e deploy contínuo. A realidade? Dependências cruzadas, arquitetura Frankenstein e metade da sprint resolvendo quebra-cabeças de infraestrutura. Neste artigo, eu — Rei Nascimento — explico como o uso excessivo de microserviços virou fábrica de dívida técnica e destruidor de foco. E, mais importante, mostro como sair desse buraco.

Go é simples — e é exatamente por isso que ele atropela arquiteturas complicadas
Dev vive tropeçando em arquiteturas que parecem ter sido projetadas para impressionar o LinkedIn, não para resolver problemas reais. Neste artigo, assumo meu lado direto e pragmático para explicar por que a simplicidade de Go não é limitação — é vantagem estratégica. Menos camadas, menos mágica, mais previsibilidade. Se você já se queimou com over-engineering, prepare-se: aqui a conversa é de trincheira.

Scrum Não é Cura Milagrosa: Como a Agilidade Mal Aplicada Está Quebrando Times Inteiros
Scrum virou mantra corporativo. Todo mundo repete, poucos entendem, e quase ninguém percebe o rastro de frustração, dívida técnica e desperdício que aparece quando se usa agilidade como religião. Neste artigo, falo direto das trincheiras: onde o método se perde, como resgatar o foco em valor real e por que times experientes estão abandonando cerimônias inúteis para voltar a priorizar contexto de negócio e entrega de software de verdade.
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