Em tecnologia, não acredito no certo ou no errado, mas no eficaz

"Falo sobre minhas opiniões e experiências. Se quiser desenvolver um pensamento livre ou contribuir para o enriquecimento do conteúdo, você também é muito bem vindo!"

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Mensageria vs Chamadas Diretas: o conflito que mais derruba arquiteturas de microserviços

Microserviço não é filosofia zen: é engenharia. E quando a galera mistura hype com decisões de conectividade, nasce uma fábrica de latência, acoplamento e dívida técnica difícil de pagar. Este artigo corta o romance e mostra, no tom direto do Rei Nascimento, quando usar mensageria, quando usar chamadas diretas e como evitar over-engineering que só engorda o diagrama e trava o negócio. Sem gourmetização — só trincheira.

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Desenvolvimento de software

Microserviços: Por que a verdadeira simplicidade é dolorosa (e necessária)

Microserviços viraram martelo para todo prego corporativo, mas a maioria dos times se queima exatamente tentando ser ‘simples’. A verdade é dura: simplicidade em microserviços não tem nada de simples. Exige disciplina, renúncia e entender o contexto de negócio antes de começar a quebrar sistemas. Neste artigo, destrincho a ilusão da simplicidade mágica, exponho onde os times tropeçam e mostro um caminho pragmático — direto das trincheiras — para quem quer microserviços sem cair no abismo do over-engineering.

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Dicas de leitura

Quando o NestJS se Torna uma Armadilha: O Erro Estratégico Oculto em Projetos de Médio Porte

Muita gente acha que NestJS é a bala de prata do backend em Node, mas na trincheira a história é outra. Em projetos de médio porte, ele costuma virar um arcabouço pesado, cheio de abstrações desnecessárias e difícil de manter. Neste artigo eu — Rei Nascimento — destrincho onde o hype quebra, por que ele infla dívida técnica e quando você deveria pular fora antes que o framework vire o projeto.

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Outros artigos

Microserviços ou Só Dor de Cabeça Distribuída? O Dilema da Dependência que Arrebenta Times

Microserviços salvam? Às vezes. Mas também podem virar a maior fábrica de dor que um time já viu. O problema raramente é a tecnologia — é a dependência mal pensada que transforma um sistema elegante em um monólito distribuído cheio de dívida técnica. Neste artigo direto das trincheiras, explico quando microserviços brilham, quando só atrapalham e como cortar o over-engineering antes que ele coma seu projeto vivo.

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Kubernetes virou a última bolha dos microserviços?

Kubernetes prometeu simplificar a orquestração de serviços, mas acabou criando um ecossistema que parece punir quem só quer entregar software. Neste artigo falo sem rodeios: o hype transformou K8s em uma solução padrão mesmo quando o contexto de negócio não exige metade do que ele oferece. Vamos cortar a gourmetização e analisar onde está a dor real, quando realmente faz sentido usar, e quando você só está assinando uma dívida técnica de luxo.

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Microserviços Não São Cura: São Dívida Se Você Não Domina o Domínio

Microserviços viraram a buzzword favorita de quem acha que quebrar código em caixinhas mágicas entrega agilidade. A realidade é dura: sem domínio claro, sem limites bem definidos e sem disciplina arquitetural, você só constrói um monólito distribuído — caro, lento e impossível de evoluir. Aqui eu explico, sem gourmetização, por que tanta empresa se queima e como evitar virar refém da própria arquitetura.

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Integração Contínua Não É Piloto Automático: Quando a Automação Vira Armadilha

Muita equipe acha que CI é sinônimo de maturidade. Na prática, vira uma esteira barulhenta empurrando build quebrado, teste inútil e deploy sem critério. Como arquiteto, já vi mais sistemas degringolarem por ‘automação cega’ do que por falta de tecnologia. Aqui eu corto a fumaça e mostro onde a CI realmente quebra, como documentar o fluxo de forma adulta e como evitar a gourmetização que só gera dívida técnica.

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Kubernetes Não é a Salvação: É a Armadilha Perfeita Para Times Sem Maturidade DevOps

Times imaturos adotando Kubernetes normalmente criam mais dor do que autonomia. No papel, K8s promete escalabilidade, autosserviço e padronização. Na prática, vira um parque de diversões de YAML, pipelines quebrados e clusters que ninguém entende. Neste artigo, mostro — sem gourmetização — quando Kubernetes é só over-engineering travestido de modernidade, por que times sem maturidade DevOps se queimam, e qual é o caminho pragmático antes de dar esse salto.

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