Automatizando fluxos de trabalho com n8n

Introdução

A automatização de fluxos de trabalho é um tema de crescente importância no cenário atual, onde a eficiência e a integração de processos são cruciais para o sucesso de empresas e desenvolvedores. O n8n se destaca como uma ferramenta que permite construir automações e integrações sem a necessidade de programação complexa, utilizando uma interface visual intuitiva. Neste artigo, vamos explorar o impacto do n8n na automatização de tarefas, suas aplicações práticas, benefícios e as perspectivas futuras que essa tecnologia pode oferecer.

Automatizando a Criação de Fluxos de Trabalho n8n com um LLM

Uma das inovações mais empolgantes no uso do n8n é a possibilidade de integrar um modelo de linguagem (LLM) para automatizar a criação de fluxos de trabalho. Por exemplo, um

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Inteligência Artificial

Escalabilidade: O Engano da Resiliência em Microserviços com Kafka

Muita gente veste Kafka como se fosse armadura de resiliência e escalabilidade. Mas quando o contexto de negócio não pede, o hype vira dívida técnica. Aqui eu bato direto no ponto: microserviços não ficam magicamente resilientes só porque você jogou um Kafka no meio. Vamos destrinchar onde o dev se queima, quando Kafka realmente resolve e quando ele só adiciona latência, custos e uma bela dor de cabeça operacional.

Banco de dados

MongoDB em Produção Crítica: Quando o ‘Bala na Agulha’ Vira Risco Calculado

MongoDB é rápido de colocar no ar, flexível e ótimo para protótipos. Mas quando o jogo é sério — missão crítica, consistência, auditoria, garantias duras — ele começa a cobrar juros altos de dívida técnica. Como arquiteto que vive nas trincheiras, escrevo aqui o que quase ninguém fala: o risco não é usar MongoDB; o risco é usá‑lo sem entender o preço real.

Automação de processos com IA

O Microserviço Perfeito é um Mito — e Está Tudo Bem

Microserviço não é salvador da pátria — é ferramenta. E, como qualquer ferramenta, corta dos dois lados. Depois de anos nas trincheiras vendo sistemas virarem Frankensteins distribuídos, fica claro: o microserviço perfeito não existe porque o negócio real não é perfeito. Neste artigo, mostro onde os devs se queimam, como evitar a gourmetização arquitetural e quando reduzir complexidade vale mais do que ficar perseguindo um ideal técnico que só existe em conference talk.

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