Reatividade demais vira passivo. No frontend moderno, o hype de ‘tudo precisa reagir a tudo’ criou interfaces frágeis, lentas e difíceis de manter. Como arquiteto que já viu SPA colapsando por excesso de watchers, signals mal usados e stores replicados sem critério, este artigo corta o ruído e entrega o que realmente importa: como evitar a reatividade excessiva e construir UIs que não desmoronam no primeiro pico de uso.
10 de janeiro de 2026 · 2 min de leitura
Microserviço virou moda, virou mantra, virou hype… e virou dor. Depois de ver time quebrando sprint por causa de pipelines monstruosos, deploy orquestrado que mais parece ritual xamânico e bugs que viajam por 12 serviços antes de aparecer, escrevo aqui a visão nua e crua de quem já comeu poeira suficiente nas trincheiras para separar arquitetura de palco de arquitetura de produção.
10 de janeiro de 2026 · 3 min de leitura
Muita gente ainda acha que monolito é sinônimo de simplicidade e microservices é hype. A realidade nas trincheiras é bem menos romântica: ambos podem virar um inferno caro se escolhidos fora do contexto de negócio. Neste artigo eu abro o jogo, sem gourmetização, mostrando por que microservices fazem sentido em algumas arquiteturas — e por que o “monolito simples” frequentemente vira uma bola de neve de dívida técnica.
10 de janeiro de 2026 · 2 min de leitura
Quando o assunto é escalar uma plataforma, muita gente trava no dilema REST vs GraphQL — e boa parte dessa trava vem de hype, não de necessidade real. Aqui eu, Rei Nascimento, corto o excesso, foco no que importa e mostro como essa escolha pode gerar dívida técnica ou salvar sua arquitetura. Direto das trincheiras, sem poesia arquitetural.
9 de janeiro de 2026 · 3 min de leitura
Microserviços viraram religião. E, como toda religião mal interpretada, criou fanático achando que qualquer API com três rotas já merece dez serviços, quatro filas e um diagrama que parece um ninho de marimbondo. Neste artigo, falo direto da trincheira: quando microserviços viram over‑engineering, como isso destrói produtividade e por que a obsessão pelo hype cria monólitos mentais — mesmo quando o código está “distribuído”. Sem firula, só pragmatismo.
9 de janeiro de 2026 · 2 min de leitura
Kubernetes virou sinônimo de “arquitetura moderna”, mas para novas aplicações que precisam entregar valor rápido, ele tem sido mais âncora do que propulsor. O excesso de camadas, YAML infinito e carga operacional transformam algo simples em uma caricatura de complexidade. Aqui eu explico, sem floreio, por que muitos times estão usando Kubernetes como muleta arquitetural — e como evitar cair nessa armadilha que só aumenta dívida técnica e mata agilidade.
9 de janeiro de 2026 · 2 min de leitura
Muita gente veste Kafka como se fosse armadura de resiliência e escalabilidade. Mas quando o contexto de negócio não pede, o hype vira dívida técnica. Aqui eu bato direto no ponto: microserviços não ficam magicamente resilientes só porque você jogou um Kafka no meio. Vamos destrinchar onde o dev se queima, quando Kafka realmente resolve e quando ele só adiciona latência, custos e uma bela dor de cabeça operacional.
8 de janeiro de 2026 · 2 min de leitura
MongoDB é rápido de colocar no ar, flexível e ótimo para protótipos. Mas quando o jogo é sério — missão crítica, consistência, auditoria, garantias duras — ele começa a cobrar juros altos de dívida técnica. Como arquiteto que vive nas trincheiras, escrevo aqui o que quase ninguém fala: o risco não é usar MongoDB; o risco é usá‑lo sem entender o preço real.
8 de janeiro de 2026 · 2 min de leitura
Microserviço não é salvador da pátria — é ferramenta. E, como qualquer ferramenta, corta dos dois lados. Depois de anos nas trincheiras vendo sistemas virarem Frankensteins distribuídos, fica claro: o microserviço perfeito não existe porque o negócio real não é perfeito. Neste artigo, mostro onde os devs se queimam, como evitar a gourmetização arquitetural e quando reduzir complexidade vale mais do que ficar perseguindo um ideal técnico que só existe em conference talk.
8 de janeiro de 2026 · 3 min de leitura
Velocidade sem qualidade é só combustível pro retrabalho. Neste artigo eu destrincho, sem gourmetização, o paradoxo que assombra times ágeis: entregar rápido sem transformar o backlog em um cemitério de bugs e dívidas técnicas. Como arquiteto nas trincheiras, explico por que agilidade não é sinônimo de pressa e mostro práticas reais — nada de hype — para estabilizar fluxo, proteger qualidade e parar de brincar de apostar contra a própria equipe.
26 de dezembro de 2025 · 2 min de leitura